“Para o homem, tudo termina em reticências; só a Deus pertence o direito de colocar o ponto final.”
Quanto mais aprendo mais necessito desaprender para continuar aprendendo.
Este incrível paradoxo é parte de nossa vida e de todo conhecimento que se possa adquirir.
É estranho tentar explicar o que se passa diante daquele saber que emerge em um epifânico momento, quando um brilho novo clareia a existência como o brilho no olhar de uma criança.
Neste exato momento é preciso desaprender. É preciso tirar a poeira acumulada sobre o mundo em que vivemos para olharmos para ele de uma nova maneira e resgatarmos a paixão.
É preciso que se permita a confusão, a dúvida, a quebra de tudo que parecia tão sólido.
2 comentários:
Paradoxal... Totalmente paradoxal!
Amo tua poesia sensitiva, tua maneira ímpar de dizer coisas cotidianas... VocÊ é poético de corpo e alma...Muito bom!
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