Uns fumam baseado, outros pedra.
Uns se afugentam na revolta ou na violência;
outros jogam futebol, ouvem música, pintam.
Alguns comem, outros dormem, outros quase morrem.
Sinto que sou louco.
Às vezes vejo tanta loucura que não sei mais o que sou.
Não sou alegre, nem sou triste.
Não sou louco.
Acho que me resta nada; a não ser as palavras.
Acho que sou poeta.
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