12/06/2012

EXPLOSÃO

A todos os namorados, a todos os corações apaixonados, aos namoridos, aos amigos-amantes, aos peguetes, aos casos, rolos, enroscos, maridos, às mulheres, enfim, a todos os (e)namorados!

Chega um momento em que não há como dissimular.
Em um instante os olhares param um no outro, a respiração se sintoniza,
ouço o coração, o meu e o seu, não se pode esconder.
Uma onda de carinho e prazer anestesia a alma,
um arrepio gélido percorre o corpo, refrescando o calor do momento;
então, surge a certeza de que algo foge à razão.
Surge aquela vontade de que tudo seja eterno.
De não sair mais de perto, daquele olhar, daqueles dedos que se entrelaçam, daquela pele que exerce um irresistível poder atrativo.
A cabeça entra em ebulição... o peito, não quer se calar...
A razão, traidora, abandona o barco, é inevitável, abandonar os medos, e deixar que os lábios apenas se abram e desvirtuem o silêncio desse momento, derramando nele toda a magia de dizer:

EU TE AMO!

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