No principal centro comercial da cidade mais rica do país eu,
com minhas sacolas e meu estômago cheios,
atravessava a rua, saindo do Mercadão Municipal.
Na camiseta branca estava escrito: “Por um mundo onde
sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres.” da
revolucionária histórica Rosa Luxemburgo.
Um homem, negro, barbudo, talvez um andarilho pediu-me para
ler e disse: “Você sabe que isso é uma utopia”.
Eu respondi: Sei! Mas nós precisamos de utopia pra viver.
Ele concluiu, sem nenhuma utopia, revolucionando minha
história:
“Liberdade é uma cadeia! É o que estou vivendo!”.
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